terça-feira, 26 de maio de 2015

EXPERIÊNCIA DE UM CATARINENSE
Nascido no interior, formado na cidade grande, com retorno qualificado na pequena city, agora ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, o catarinense Ministro Edinho Silva, apoia a mídia regional.
“Não existe aprofundamento da democracia sem a regionalização”, enfatiza o Ministro Edinho Silva, da Secom, que defende jornais do interior em discurso durante a posse do deputado Pedro Uczai na Frente Parlamentar em Apoio à Mídia Regional.
Edinho Silva, foi uma das autoridades que prestigiou a posse do deputado federal Pedro Uczai na presidência da Frente Parlamentar em Apoio e Fortalecimento da Mídia Regional, na Câmara dos Deputados, em Brasília.
O evento também contou com a presença do presidente da Adjori Brasil e Adjori/SC, Miguel Ângelo Gobbi, dos presidentes da Adjori/SP, Carlos Balladas, e da adjore/Rio, Paulo César Caldeira.
O Ministro Edinho Silva falou sobre os critérios para a democratização da mídia governamental e firmou um compromisso com a Imprensa Regional e com a Frente Parlamentar:
“Tenham em mim um ministro comprometido com os objetivos dessa Frente para que a gente
possa racionalizar os gastos dos recursos públicos, racionalizando no sentido de que se possa gastar bem, e que o gastar bem signifique fazer com que a informação chegue em todas as regiões do Brasil, considerando a diversidade regional e a diversidade cultural do povo brasileiro.”
O Ministro garantiu que uma das prioridades, enquanto estiver à frente da pasta, é valorizar os jornais do interior.
“Entre as prioridades tem uma coisa, que é a importância da regionalização da mídia”.
Ele destacou que conhece a realidade dos jornais pequenos e médios, que lutam pela sobrevivência e, ainda assim, tem projetos inovadores nas suas comunidades:
“Nós sabemos que muitas vezes os veículos de comunicação têm grandes projetos, mas não conseguem desenvolvê-los, pela dificuldade de reconhecimento. Agora mesmo temos o esforço das AM’s com intuito de migrar para as FM’s, visando a dar aos ouvintes melhor sonoridade, que não deve tardar, segundo diretor da Rádio Sentinela – AM, de Gaspar
Se na Capital é difícil você construir um veículo de comunicação que seja sustentável, imagina no interior deste país.” Jornalista Léo. 1G – 377024 – M.EX.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

VOCÊ COME PEIXE

SE NÃO COME, PRECISA LER ISTO!
GASPAR SAI NA FRENTE!
Fácil de encontrar e saboroso.
O peixe de água doce tem tudo para ser sucesso na mesa do brasileiro. Hoje, o país possui grande potencial para produzir pescado, e a tendência é aumentar. Apesar disso, o consumo de peixe ainda está bem abaixo do recomendado.
São consumidos em média 9 kg/ha/ano de pescado no Brasil, enquanto a Organização Mundial da Saúde indica 12 kg/ha/ano, abaixo da média mundial de 15,8 kg/ha/ano.
Dê uma olhada no que ele faz para a sua saúde. Confira:
Mais gordura boa, menos gordura ruim.
Os peixes são ricos em minerais, vitaminas e ômega 3, gordura boa para o organismo e protege o coração.
Gorduras prejudiciais estão presentes em quantidades menores que em outras carnes, especialmente nos peixes de carne mais clara.
Além disso, ajudam a diminuir a quantidade ingerida de ácidos graxos saturados, que aumentam o nível de colesterol no sangue.
Campeões em proteínas – O alimento também é rico em aminoácidos essenciais, que não são produzidos pelo nosso organismo, com proteínas em maior quantidade e mais qualidade que as de carnes

vermelhas, e muito mais fáceis de serem digeridas. E para contar com os benefícios, basta uma porção de 100 gramas, que equivale a um filé pequeno.

Vitaminas e mais vitaminas – Os peixes já são naturalmente enriquecidos com vitaminas e minerais! Na lista estão, dentre outros (dependendo da espécie) sódio, potássio, magnésio, cálcio, ferro, fósforo, iodo, flúor, selênio, manganês e cobalto, além de vitamina A, D e E.

Onde encontrar?
Em Gaspar, há vários locais onde você pode comprar peixe de água doce, como pesque-pague com restaurantes, feira do peixe beneficiado, peixarias e supermercados.
Os pesque-pagues mostram a qualidade do peixe aqui produzido e uma culinária bastante diversificada. Já na Casa do Agricultor, que fica na Avenida Deputado Francisco Mastella, Sete de Setembro, tem uma feira que comercializa peixe beneficiado.
A feira é realizada todas às quartas-feiras, das 7h às 13h. Jornalista Léo.

terça-feira, 19 de maio de 2015

LEITE SEM VACA

Quem tem alergia à proteína do leite, intolerância à lactose ou apenas optou por uma dieta sem laticínios pode encontrar dificuldade para tomar milk shake, um achocolatado ou até mesmo preparar um bolo.
        Feitos de castanhas, sementes e grãos batidos com água, os leites vegetais podem entrar no lugar do leite de vaca em preparos culinários e, em dieta variada, podem ser das fontes diárias de substâncias como cálcio, magnésio e vitaminas – ainda que sem as mesmas características do leite de vaca.
        Começando pelo sabor: dependendo da matéria-prima usada, o gosto é diferente. Um leite de amendoim torrado sem sal, por exemplo, terá gosto de amendoim. O mesmo ocorre com a consistência: oleaginosas rendem um leite mais gorduroso, ainda assim mais “ralo” que o leite de vaca.
        - A ideia de substituir um leite pelo outro é errada. Após a fase de amamentação, não precisamos de leite, precisamos é de cálcio. Um adulto precisa ingerir 1000mg por dia, segundo o Ministério da Saúde – explica a nutricionista Natália Chede.
        Para garantir a segurança nutricional, Natália sugere que se diversifique o consumo de alimentos ricos em cálcio, como comer mais brócolis, couve e oleaginosas – que são ricas em magnésio, substância necessária para a absorção do cálcio.
        Outra saída é pedir prescrição de suplemento de cálcio ao nutricionista e enriquecer o leite feito em casa.
        Entre os benefícios dos leites preparados com gergelim, amêndoa e semente de girassol, além da ausência de colesterol e a fácil digestão. (LM jornalistaleo@radiosentinela.com.br www.radiosentinela.com.br 19-50-15)
VALE A PENA PASSAR PRA FRENTE

            Que é bonito é pra ser visto.
            Quem não é lembrado morre no nascedouro.
         Um bom artigo não deveria ficar circunscrito aos leitores tradicionais. Conselho se fosse bom não seria dado de graça!
         Por isso! Vale a pena tocar pra frente o trabalho do médico-jornalista Luís Barbosa Neto de Florianópolis, intitulado Tumores Políticos.
         Ele desenvolve o artigo no modo informativo.
         - Sabem aqueles políticos que resolvem problemas para amigos, que dão cargos públicos para eleitores, que, simpáticos nas eleições, frente às câmeras, beijam crianças, que jamais dizem não, que são impassíveis ante irregularidades que os envolvem?
         Que justificam “votamos com o partido” quando negam promessas de campanha, aumentam os próprios salários, pagam assessores invisíveis, criam secretárias para garantir reeleições, e desfrutam de aposentadorias especiais, usufruem de planos ilimitados de saúde extensivos à família! Têm mais! Ganham auxílios-paletó, viagens, refeição, hotel, motorista e aluguel?
         São incontáveis, mas chegou a hora de serem extirpados.
         Exorto os cidadãos íntegros que nunca conseguiram respirar os ares desonestos: arregacem as mangas e assumam os postos que norteiam o destino do Brasil.
         De preferência, tenham independência financeira. Assim, darão parte de suas vidas aos cargos públicos sem depender dos salários políticos para sobreviver. Por que tal condição? Quem não basta a si mesmo não saberá orientar aos demais como fazer para melhorar de vida.
         Continuem com suas atividades profissionais paralelamente às funções públicas assumidas, afinal, se nelas atuarem para fazer sem “criar dificuldades para vender facilidades”, com pouco tempo resolverão muito e de forma eficiente.
         Almejem a Presidência da República, porém, restritos a dois mandatos a cada degrau político que ocuparem. Mas, se ao longo de suas caminhadas ascendentes a “voz das urnas” lhes disser “não”, retomem sua vida de trabalho normal.
         Hoje, se não temos benefícios na proporção dos impostos pagos, sabemos que a causa está nos sem escrúpulos enraizados em cargos a nos sugar recursos, enriquecendo a si mesmos, cúmplices a apaniguados.
         O clamor dos que amam a pátria é claro para os tumores políticos que falam muito, fazem pouco e mal: fora! Livremos-nos, pelo voto consciente, desses “malignos” que, com seus malfeitos, maculam a ordem e retardam o progresso estampado em nossa bandeira. Assim faremos um Brasil melhor para as futuras gerações. Conclui o médico Luís Barbosa Neto. (LM jornalistaleo@radiosentinela.com.br www.radiosentnela.com.br 18-05-15)

REVISTA DE INVERNO – RBS


Pôr do sol na estação, as cores intensas transformam o fim de tarde em um momento de contemplação.
       Ao despedir-se o astro rei no inverno, isto é o pôr do sol forma espetáculo admirável em todas as estações.
       Mas as cores do inverno o transformam em um momento de estrema admiração, tanto na Serra quanto no Litoral.
       Alguns lugares do Estado reservam um fim de tarde entre o mar e a montanha que reúne admiradores de todas as idades.
       É fácil encontrar famílias, namorados e amigos posicionados à beira-mar em busca de um registro fotográfico digno de aplausos.
       É neste clima que finalizamos a Revista de Inverno 2013, e ano em que fomos surpreendidos pela neve encobrindo campos e morros em quase todas as regiões de Santa Catarina.
       Nossos ouvintes mostram suas imagens branquinhas ao frio.
       Na seção Viagem pelo Vinho, o sommelier João José encerra a tour pelas principais vinícolas catarinenses escrevendo sobre a Suzin, de São Joaquim. Jordana Pires comenta o disco novo de Zélia Duncan. De Blumenau, o escritor polivalente Gregory Haertel faz a despedida das crônicas. E assim dizemos tchau. Até a próxima temporada de frio! Encerra a estação mais fria do ano. (LM jornalistaleo@radiosentinela.com.br www.radiosentinela.com.br 15-05-15)


         Pelo segundo ano consecutivo, tentamos levar dívidas a outros bancos. E, novamente, vimos que é impossível – embora agora tenhamos conseguido acesso formal ao saldo devedor – Pesquisa da Revista “Proteste”.
            É cada vez maior o número de famílias e pessoas endividadas, com dificuldades para honrar seus compromissos – especialmente os assumidos com os bancos.
            Uma saída para a solução de alguns problemas é o sistema de portabilidade de dívidas. A Resolução n° 4.292/13, que dita as normas desse processo, parece ser a salvação da lavoura.
            Mas nem todos os bancos adotam a ideia. Em outras palavras: pelas regras, o banco ao qual você deve é obrigado a dar informações para ajudar você a fazer a transferência. Mas o banco escolhido pode determinar se quer aceitar a sua dívida.
            Esse é o principal problema do processo, que já havíamos detectado no estudo que realizamos no ano passado. (Revista Proteste, da associação de consumidores do País (sócios).
            Em resumo: trata-se de um problema que se arrasta. Mesmo com norma que regulamenta o assunto e incentiva a concorrência entre as instituições, é impossível fazer a portabilidade.
            Os bancos parecem não ter interesse no assunto. E o pior: verificamos que faltam informações e preparo entre os atendentes que deveriam tratar da portabilidade. Quem literalmente paga a conta é o consumidor. (Você, eu, nós compradores).
           
Bancos dão informações incoerentes

            A caixa confirmou que não faz a portabilidade por ser muito onerosa – apenas concede um novo empréstimo, o que não configura portabilidade. No HSBC, o primeiro atendente afirmou que só fazia a portabilidade de conta salário, desconhecia a portabilidade de conta salário, desconhecia a portabilidade de dívidas – somente a portabilidade de financiamento imobiliário.  Sugerem-nos entrar em contato com o gerente de contas para obter informações.
            Dica: O custo Efetivo Total (CET) é a ferramenta de comparação nos empréstimos. Use-a a seu favor: quanto menor o CET, melhor.
A Caixa Econômica Federal de Gaspar, por exemplo, tem todos os guichês inerentes a velhinhos e a senha das prioridades. Só             que não observa a legislação. O portador de necessidades especiais e o velhinho purgam o peso da longevidade. Acontece amiúde com o autor quase nonagenário e outros menos afortunados.
            Dá a impressão de que os velhinhos são descartáveis para a unidade da Caixa Econômica de Gaspar. Cliente há mais de meio século. O autor deste “script” é cliente entre 1947 e 1949, da agência “Central do Brasil” no Rio de Janeiro. E agora ZÉ! Aí é que está o busílis, senhores depositantes! (LM jornalistaleo@radiosentinela.com.br WWW.radiosentinela,com.br  14-05-15)

quarta-feira, 13 de maio de 2015

HÁ CEM ANOS O INVASOR DO MUNDO ORSON WELLES

Orson Welles, cem anos, grande nome da arte no século 20. feitos e frases inesquecíveis.

Há cem anos, em 6 de maio de 1915, nascia o autor do maior filme do mundo. Os resultados das enquetes, de vez em quando, até podem indicar outro à frente de Cidadão Kane (1941), mas o impacto do longa de estreia de Orson Welles só encontra comparação, a rigor, com projetos dos irmãos Lumière (os inventores do cinema) e de D.W. Griffith (o diretor de O Nascimento de uma Nação, título de 1915 definidor da gramática básica da linguagem cinematográfica).
Fez fama em 1938, ao levar à rádio CBS uma dramatização de A Guerra dos Mundos (1898), de H.G. Wells, na qual narrava uma invasão alienígena à Terra.
Welles não era sujeito fácil. Em meio ao turbilhão pós-Cidadão Kane, aceitou ser um dos embaixadores artísticos dos EUA na América Latina, o que o trouxe ao Brasil para realizar o inacabado documentário It’s All True (É tudo verdade).
De comportamento politicamente incorreto, cultivou muitas inimizades – e, para os detratores, se transformou em personagem de si próprio, polemista e fanfarrão, desleixado com a aparência e despreocupado
com as consequências de seus atos.
Welles viveu a tragédia da vida de modo absolutamente intenso. Morreu em 1985, aos 70 anos, quando o coração, maltratado pelos excessos, entrou em colapso. Como se a obra que deixava não fosse suficiente, deu munição a repórteres e escritores com seus causos de confronto com produtores e rebeldias diversas. E com suas frases definitivas, sobre tudo e sobre todos. Nunca houve um filme como cidadão Kane, nunca houve um artista como Orson Welles.

7 filmes fundamentais do cineasta:

-Cidadão Kane (1941)
-Soberba (1942)
-Othello (1952)
-Grilhões do passado (1955)
-A marca da maldade (1958)
-O processo (1962)
-Verdades e mentiras (1973).  Jornalista Léo.