quinta-feira, 24 de setembro de 2015



BENVILÁCQUA EM BUSCA DE ACEITAÇÃO

Viviane Benvilácqua, caráter excepcional e dotada de bom senso, pondera as diferenças de tratamento entre masculinos e femininas em família.

Namorado da mãe
       Depois de 10 anos de casados, um casal de amigos decidiu separar-se no ano passado.     Agora minha amiga está namorando novamente, e bastante empolgada com o novo relacionamento. Mas há um problema: os filhos de oito e seis anos não querem nem ouvir falar no assunto, muito menos conhecer o namorado da mãe.
       Por outro lado, os dois aceitam muito bem a nova namorada do pai, até já foram viajar com eles nas férias. “Isto é injusto”, diz a mãe, com toda a razão. Mas o que fazer? Muitas famílias vivem situações semelhantes, por isso é importante falar sobre o assunto. Jornalista Léo.  (LM jornalistaleo@radiosentinela.com.br www.radiosentinela.com.br 24-09-15)

quarta-feira, 23 de setembro de 2015



CRUZEIROS MARÍTIMOS
     
Santa Catarina precisa olhar além das rodovias e dos aeroportos, investir pesado em portos.
        Dentre os turistas estrangeiros que visitam o Brasil pelo litoral brasileiro sobressaem os argentinos; quase 20%.
        É mais uma razão para Florianópolis acelerar as obras do seu novo aeroporto internacional e implantar, o quanto antes, um terminal multiuso para atracação de cruzeiros.
        Há projetos de porto turístico sendo desenvolvidos para as praias de Canasvieiras, no Norte, e do Campeche, no leste da Ilha de Santa Catarina.
        Mas impressiona a falta de empenho com que Florianópolis vem tratando seu gigantesco potencial como destino global de cruzeiros. Por exemplo: feitas as contas em Lisboa, a indústria dos cruzeiros contribuiu, em 2014, com 92 milhões de euros para a economia da capital portuguesa.
        Esse valor deverá aumentar quando o novo terminal de cruzeiros de Santa Apolônia estiver pronto (investimento de 50 milhões de euros). A partir dessa data, e segundo a administração do porto de Lisboa, a estimativa é de que os turistas fiquem na capital por, pelo menos, dois dias antes ou depois dos cruzeiros. O quê estamos esperando? – Este trabalho foi motivado de artigo decadenário escrito na revista brasileira de Turismo – Revista Touring – lembrado há dias na mais antiga Revista de Turismo. Reproduzido na Sessão Espaço Cidadão. Jornalista Léo. (LM Jornalistaleo@radiosentinela.com.br www.radiosentinela.com.br 23-09-15)

terça-feira, 22 de setembro de 2015

PRÓSTATA: SINÉDOQUE DA SAÚDE DO HOMEM


Campanha mundial Novembro Azul, ao falar da prevenção de agravos mais comuns na população masculina, a reportagem parece reforçar, assim como a campanha Novembro Azul, a questão de prevenção ao câncer de próstata por meio do rastreamento. Rastrear uma doença consiste em oferecer um procedimento médico (exames, por exemplo) a determinado grupo da população – a princípio saudável – com objetivo de identificar pessoas que possam não saber que estão doentes.
O procedimento de rastreio ofertado deve ser seguro, confiável e de baixo custo.
No caso do rastreio do câncer de próstata, as evidências científicas não sustentam o PSA ou o toque retal como procedimento efetivo, ou seja, não diminuem a mortalidade e até aumentam o número de casos falso-positivos.
Portanto, ações de controle da doença devem focar em outras estratégias, como a prevenção primária e o diagnóstico precoce”. Diferentemente do rastreamento (que se ocupa de
populações saudáveis), o diagnóstico precoce oferece
exames e/ou procedimentos para pacientes que apresentem sintomas (no caso da próstata, seriam principalmente alterações da micção e da ejaculação).
Vale lembrar que o câncer de próstata, em geral, apresenta crescimento lento e o tratamento permite boas taxas de cura. Informar e compartilhar as decisões com cada paciente parece ser a melhor estratégia até o momento.As campanhas de saúde do homem devem apoiar-se na PNAISH e no debate sobre violência, acidentes de trânsito, abuso de álcool e outras drogas, estímulos à atividade física e alimentação saudável, saúde do trabalhador, além das discussões sobre práticas sexuais, sexualidade e paternidade.
Há todo um universo masculino que as tais campanhas deixam de lado ao reduzir a saúde do homem à próstata. A cada Novembro Azul ou Outubro Rosa percebo o quanto a Integridade em Saúde, princípio do SUS, precisa ganhar visibilidade nas campanhas de saúde (ainda) fragmentadas. A parte pelo todo, sinédoque da saúde do homem, definitivamente não precisa ser a próstata. Fonte: artigo do professor de Medicina de Família e Comunidade – UFRJ e Mestre em Saúde Coletiva, estampado em Radis – Janeiro-2015, Copidesque do Jornalista Léo.